terça-feira, 19 de julho de 2011

Utilização de games violentos por crianças americanas é liberada










Qual a sua opinião quando o assunto é jogos de violência? Há quem reprove o uso de games violentos por crianças sob o argumento de que os jogos influenciam a maneira de agir perante os amigos. Entretanto, a Suprema Corte dos EUA parece ser a favor. Na última semana autoridades americanas derrubaram uma lei da Califórnia que proibia a venda de jogos agressivos para menores de 18 anos.

No entendimento dos governantes locais, não existe estudos que comprovam a influência de games violentos no comportamento das crianças, diferentemente da crença que perturba parte dos pais.

Segundo a tutora do
Portal Educação, psicóloga Denise Marcon, proibir ou não os jogos violentos é ainda uma questão que requer muita discussão. “Devemos entender que os jogos, de forma exagerada, podem de certa maneira, causar danos às crianças, sendo eles violentos ou não. O mais importante na verdade é impor certos limites para que as crianças e adolescentes possam desenvolver outras atividades mais saudáveis para o seu desenvolvimento”, explica a psicóloga.

Na opinião da psicóloga Luciana Ruffo, do Núcleo de Pesquisas da Psicologia em Informática, da PUC de São Paulo, a descarga de adrenalina causada pelo videogame pode deixar a criança mais medrosa e ansiosa.

Andrea Jotta, também professora da PUC, tem outra opinião. Para ela, a violência dos games pode até ser positiva. Jotta explica que matar um monstro pode ser bom para a criança, porque assim pode ser uma forma de se livrar do medo.

O Ministério da Justiça brasileiro separa os videogames de acordo com faixas etárias, como nos filmes. Os critérios são os mesmos: sexo e nudez, violência, agressão física ou uso de drogas.

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