Estudo conduzido pela NSS Labs aponta Internet Explorer como o navegador mais seguro contra malwares.
Por Guilherme Abati
O Internet Explorer é seis vezes mais eficiente contra ataques de malwares que os concorrentes. É o que diz um estudo realizado pela NSS Labs que testou a eficiência dos navegadores em bloquear links para páginas que distribuem malwares.
Malware, termo que deriva das palavras malicious software, é um software destinado a se infiltrar em computadores alheios de forma ilícita, com o intuito de causar algum dano ou roubar informações, confidenciais ou não.
O estudo testou o Internet Explorer 9, Internet Explorer 8, Safari 5, Chrome 10, Firefox 4 e Opera 11. Todos eles foram expostos às mesmas URLs maliciosas durante uma semana. No final, o Internet Explorer, com a ajuda do filtro de segurança SmartScreen, registrou os melhores resultados entre os programas testados.
Gráfico acima mostra o ranking dos browsers testados.
As URLs maliciosas utilizadas no teste foram extraídas de mensagens de spam que se espalham via email, mensagens instantâneas, redes sociais e outros sites. As páginas web que automaticamente instalam malware explorando vulnerabilidades nos navegadores não foram consideradas neste teste.
Por Guilherme Abati
O Internet Explorer é seis vezes mais eficiente contra ataques de malwares que os concorrentes. É o que diz um estudo realizado pela NSS Labs que testou a eficiência dos navegadores em bloquear links para páginas que distribuem malwares.
Malware, termo que deriva das palavras malicious software, é um software destinado a se infiltrar em computadores alheios de forma ilícita, com o intuito de causar algum dano ou roubar informações, confidenciais ou não.
O estudo testou o Internet Explorer 9, Internet Explorer 8, Safari 5, Chrome 10, Firefox 4 e Opera 11. Todos eles foram expostos às mesmas URLs maliciosas durante uma semana. No final, o Internet Explorer, com a ajuda do filtro de segurança SmartScreen, registrou os melhores resultados entre os programas testados.
Gráfico acima mostra o ranking dos browsers testados.
As URLs maliciosas utilizadas no teste foram extraídas de mensagens de spam que se espalham via email, mensagens instantâneas, redes sociais e outros sites. As páginas web que automaticamente instalam malware explorando vulnerabilidades nos navegadores não foram consideradas neste teste.
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