domingo, 9 de outubro de 2011

Saiba o que é um herbário e como as espécies coletadas são guardadas


Uma amostra de exsicata colada na cartolina e com um número de registro (Foto: Divulgação)Uma amostra de exsicata colada na cartolina
e com um número de registro (Foto: Divulgação)
Para não serem esquecidos pelo tempo e para que possam servir de material de consulta, os livros costumam ser catalogados em bibliotecas. Com as plantas, acontece a mesma coisa. Só que esse espaço físico onde ficam reservadas as espécies se chama herbário e sua maior função é servir de banco de dados para pesquisadores. No Brasil, estima-se que existam cerca de 160 herbários de Norte a Sul do país. Eles interagem entre si, enviando informações e trocando espécies duplicadas, normalmente aquelas que não tem como ser coletada no bioma mais próximo. Criado há 57 anos, o herbário do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) reúne amostras de 30 mil espécies vegetais da Amazônia. Referência no Brasil por receber cerca de 15 mil espécies por ano, o Herbário da Universidade Estadual de Feira de Santana (HUEFS), criado em 1980 na Bahia, continha em seu acervo até o fechamento desta matéria 175.700 espécies.
Coleta de espécies que vãos e tornar exsicatas (Foto: Divulgação)Coleta de espécies  (Foto: Divulgação)
“Todo dia esse número muda, porque recebemos muitas amostras. Temos coletas no Brasil e fora também. E recebemos muito material de doação. Herbário é uma instituição referência para qualquer trabalho em botânica ou taxonomia, porque as espécies são tombadas e registradas, com informações sobre o responsável pela coleta, a data, a coordenada geográfica etc. Toda pesquisa cita o número de tombo do herbário”, explica Teonildes Sacramento Nunes, bióloga pesquisadora do HUEFS.
O processo parece simples, mas não é. Cada espécie coletada em campo é desidratada em estufa e passa por um choque térmico em freezer. Cada unidade passa a ser chamada de exsicata. Colada a uma cartolina, com uma etiqueta de identificação, ela é tombada. O chamado “tombo” é o registro único que cada amostra tem e ele consiste em um número dentro de uma sequência.
Cuidados com a espécie que vai virar exsicata (Foto: Divulgação)Cuidados com a espécie (Foto: Divulgação)
Cada herbário tem sua nomenclatura e abriga uma grande quantidade de informação sobre a diversidade vegetal. E cada cartolina fica guardada em um ambiente com temperatura controlada e pulverização de substâncias químicas inibidoras de micro-organismos, como fungos. Para entender mais um pouco sobre conservação, ecologia, fisiologia e recuperação da vegetação, é lá mesmo.
“Além dos professores da universidade, alunos de graduação, do mestrado e do doutorado, além de pesquisadores colaboradores estão sempre no herbário estudando e colaborando com a incrementação da coleção. Também recebemos visitas de escolas e de pessoas da comunidade. De vez em quando, agricultores trazem espécies que encontram. Damos ao especialista para ele estudar e, se for o caso, catalogar”, diz Teonildes.

Estudo da terra preta pode permitir agricultura familiar sustentável


Globo Ecologia: Florestas Antrópicas (Foto: Divulgação)Terra preta (Foto: Divulgação)
Globo Ecologia deste sábado visitou a Floresta Amazônica para conhecer as florestas antrópicas, caracterizadas pelos solos de terra preta e mulata. Pesquisas revelaram que os índios queimavam matéria orgânica de maneira muito mais inteligente do que atualmente. As queimadas de menor intensidade deram origem às terras pretas, muito ricas em nutrientes. Com base nos estudos realizados nos últimos oito anos, uma das linhas de pesquisa mais importante em andamento é o entendimento do biochar (obtido a partir da transformação da biomassa em carvão) já existente nas terras pretas e como produzir um biochar semelhante ao encontrado nesses solos.

Mais de 75% do solo da Amazônia é predominantemente composto por latosolos e argisolos, que têm baixa fertilidade natural, acidez elevada, grande quantidade de alumínio tóxico, baixo teor de nutrientes responsáveis para a produção de espécies agrícolas. A terra preta é um componente de grande importância, principalmente para a agricultura familiar sustentável. Todos os estudos com terra preta de índio nos últimos anos focam em como utilizar esses conhecimentos olhando o aspecto físico, químico e biológico para recuperar áreas degradadas, desenvolver agriculturas familiares e também para fazer estoque de carbono.

Segundo Newton Falcão, Engenheiro Agrônomo, especialista em solos e nutrição de plantas, essas pesquisas permitirão uma agricultura familiar sustentável. “A ideia é saber como esse biochar atuaria para recuperar os solos degradados, o estabelecimento de uma agricultura familiar mais sustentável e produtiva e a mitigação da emissão dos gases de efeito estufa por meio do estoque de carbono no solo”, explica.
As pesquisas sobre este tipo de terra ajudaram na criação do biocarvão, usado para fertilizar solos esgotados. Esse é um tipo de carvão feito, em laboratório, a partir da queima de resíduos orgânicos, seguindo a velha prática dos índios, adaptada à tecnologia atual. Mas ainda não foi possível reproduzir na íntegra a fertilidade da terra preta de índio.
Biochar
Biochar ou biocarvão é produzido por meio da carbonização de resíduos orgânicos a baixas temperaturas e presença controlada de oxigênio. Devido apresentar estrutura aromática formada por ácidos carboxílicos e fenólicos, o biochar é químico e biologicamente mais estável que a matéria orgânica utilizada para sua fabricação.
O processo de biocarbonização tem sido proposto como uma tecnologia com alto potencial para o manejo de resíduos orgânicos, melhoria da qualidade física, química e biológica dos solos degradados, produção de energia para pequena propriedade rural e redução das emissões de gases de efeito estufa, com aumento dos estoques de carbonos no solo e melhoria da produção da agricultura familiar.
O carvão pirogênico (biocarvão ou biochar) poderá ser utilizado na recuperação das áreas degradadas incorporando estas ao sistema produtivo.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Turismo Sustentável – O Que É Turismo Sustentável?

Turismo Sustentável
Hoje em dia vivemos em meio às poluições, utilizamos os recursos naturais para atender nossas necessidades e na maioria das vezes nem nos damos conta de que o estamos fazendo. Só nos lembramos que tudo parte da natureza quando paramos para ouvir os noticiários que imploram à população que cuide do meio ambiente e desses recursos para que não se esgotem. Ou quando se ouve falar em sustentabilidade, que é um assunto bem comum hoje em dia.
Uma atividade que utiliza muito recurso natural é o turismo, que faz da natureza pontos turísticos e exige construções de infra- estruturas para receber os visitantes, porém, tem havido uma série de propostas para amenizar esses impactos, de maneira a conciliar preservação da natureza com a expansão do turismo.
E é estudando essas propostas que muitas pessoas confundem ecoturismo com turismo sustentável.
O Turismo Sustentável é uma maneira de manter essa infra- estrutura sem atitudes ofensivas ao meio ambiente, atendendo às necessidades dos turistas e dos locais que os recebem de maneira simultânea, fazendo o necessário para atender a economia, a sociedade e o ambiente sem desprezar a cultura regional, a diversidade biológica e os sistemas ecológicos que coordenam a vida.
Não é fácil estruturar um projeto de turismo sustentável, e muito menos colocá-lo em prática, pois exige atitudes ambientalistas, regras de utilização dos recursos naturais, e um pensamento ecológico, o que se contrapõe ao encontrado hoje na maioria dos lugares.
Já o Ecoturismo, é a exploração de ecossistemas em seu estado natural, sua vida selvagem e sua população nativa, o que de certa maneira preserva esses ecossistemas constantemente visitados, mas não é estruturado para preservar o meio ambiente, mas sim para fins lucrativos.
Em 2003 o Brasil começou a contar com o Plano Nacional do Turismo (PNT), que tem como base a ética e a sustentabilidade, e vem auxiliado o governo a tomar atitudes ecologicamente corretas.
Existem hoje no país outros projetos de turismo sustentável como o da Bacia Hidrográfica de Maquiné, que visa à exploração do rio sem causar danos ao meio ambiente, organizando as atividades turísticas já existentes na região e mobilizando a população com esse fim, o projeto de união do Rio de Janeiro e Minas Gerais na luta pelo turismo sustentável, o Projeto Pega Leve, voltado à convivência responsável com o meio ambiente e respeito a ele, entre tantos outros projetos encontrados pelo país afora.
O Brasil ainda está dando os primeiros passos para o turismo sustentável, havendo ainda aqui uma maior preocupação com o ecoturismo do que com primeiro, mas algumas cidades já o adotaram como, por exemplo, a cidade de Bonito, situada no Mato grosso do Sul, sendo um dos grandes destaques do turismo nacional, adotou uma política sustentável a partir dos anos 90, quando começou a ser mais visitado e sentiu a necessidade de colocar regras no turismo para que não destruísse seus bens naturais.
Turismo Sustentável - Namur, Bélgica
No exterior também encontramos cidades que já adotaram o turismo sustentável como Oeiras em Portugal, Rimini na Itália, Nuernberg na Alemanha, Gent na Bélgica, Cremôna e Réggio Calabria na Itália, Antalya na Turquia, Viareggio na Itália, Namur na Bélgica, Termoli na Itália e Salsomaggiore Terme também na Itália, todas componentes da Rede Europeia de Cidades para o Turismo Sustentável organizado no dia 8 de fevereiro de 2010 numa reunião em Bruxelas, a fim de proteger seus patrimônios naturais de um turismo mal estruturado.
O turismo sustentável e mesmo o ecoturismo são maneiras de proteger a vida mantendo a economia ativa, uma forma de unir responsabilidade ao desenvolvimento, sendo mais um passo para o tão almejado desenvolvimento sustentável.

Sustentabilidade Industrial: Aplicando Sustentabilidade na Indústria

A sustentabilidade industrial tem sido foco das discussões sobre a temática que envolve questões não apenas ambientais, mas que também visam o crescente lucro, ou de condições favoráveis às indústrias.
Uma das perguntas centrais das discussões em torno do desenvolvimento sustentável das indústrias é: como é possível torná-las ecologicamente éticas e ao mesmo tempo produtivas (que gerem lucros rápidos)?
sustentabilidade industrial: sustentabilide aplicada à indústria
A forma mais utilizada para tornar a indústria sustentável é, sem dúvida, a adoção de projetos sustentáveis com vistas na geração de energia limpa e renovável, além de medidas de ordens sociais e ambientais que possam ser vantajosas, como por exemplo, as atitudes que permitam uma geração de emprego sustentável nas comunidades que extraiam a matéria prima utilizada pela indústria em questão, um outro exemplo de atitude sustentável é a reeducação dos funcionários e o treinamento destes para tornar a produção mais ecologicamente ética. Há também medidas internacionais, como os provenientes do protocolo de Kyoto que debatem a viabilidade das industriais utilizarem a intervenção financeira como meio de redução da emissão de gases danosos ao ambiente, por exemplo.
Quando as indústrias já são sustentáveis, tem-se o cuidado de manter tais medidas e de sempre utilizar um investimento reservado a aplicação de novas técnicas nas suas produções. Um exemplo de indústria sustentável são as que produzem o açúcar e que utilizam do bagaço de cana para a geração de energia, ou aquelas que se referem a produção de cosméticos e de celulose que incentivam não somente o replantio, mas que também criam áreas de reservas intocáveis. A reciclagem e o aproveitamento de todos os materiais, como a utilização hídrica, também representam um interesse comum da sustentabilidade industrial.
A adoção da sustentabilidade industrial além de ser uma medida ética e produtiva, também ganha um espaço cada vez maior em questão de aceitabilidade dos consumidores.

Desenvolvimento da Sustentabilidade e a Agricultura Moderna


Observando os impactos ambientais provocados pela necessidade cada vez maior de áreas agricultáveis em nosso país e ao redor do mundo, percebemos que continuando tudo como está hoje, muito certamente os recursos destinados a manter a agricultura em níveis elevados de produção não serão mais suficientes para conter a devastação causada pelas mudanças climáticas e por catástrofes ambientais provocadas pelo desequilíbrio ecológico nas áreas agrícolas. Tornando-se tão necessário a divulgação dos conceitos de sustentabilidade na agricultura moderna.
Por isso mesmo, é importante criar mecanismos que permitam o desenvolvimento da cultura de sustentabilidade na agricultura moderna e das boas práticas agrícolas. As necessidades cada vez maiores e mais urgentes por grandes quantidades de grãos e de outros alimentos, provocaram o aparecimento de pesticidas e adubos químicos muito poderosos e que provocaram uma acentuada degradação do solo e dos recursos hídricos nesses locais. Paralelamente a isso, o desmatamento de áreas cada vez maiores vem provocando a eliminação de espécies animais, notadamente de insetos, o que provoca ataques devastadores de pragas que eram controladas por esses seres.
Hoje, as fazendas são como indústrias e exploram a terra com uma dramática eficiência. Além disso, as grandes massas humanas subempregadas, desempregadas ou vivendo em condições sub humanas; podem representar uma verdadeira ameaça a implantação de uma cultura de sustentabilidade no campo. Esse estado de coisas; ameaça diretamente a biodiversidade e eleva os índices de violência e de corrupção nessas áreas.
O desenvolvimento da agricultura moderna juntamente com a sustentabilidade em torno das áreas agrícolas pode ser a chave para que consolidemos a condição de “celeiro do mundo” e sejamos capazes de garantir uma melhor condição de vida para as populações que vivem do campo e em suas redondezas. Reduzir a aplicação de inseticidas, evitar a contaminação de sistemas hídricos e o uso freqüente de adubos artificiais, pode promover uma recuperação das terras degradadas e já está provado que o rendimento por área plantada pode ser o mesmo ou ficar bem próximo do que já é conseguido hoje através das práticas “normais” de cultivo.
Adotando práticas preocupadas com a sustentabilidade, os agricultores poderão manter uma biodiversidade protetora nas áreas agricultáveis e impedir o ataque constante de pragas. O que, por sua vez, reduzirá o uso de inseticidas poderosos. Desta maneira a aplicação de conhecimento e o desenvolvimento da sustentabilidade na agricultura pode promover uma maior conservação dos recursos naturais e da produtividade das áreas exploradas; reduzindo drasticamente o impacto da produção em larga escala no ambiente e otimizando a produção (e os lucros) com um mínimo de influência de elementos artificiais. Em paralelo, essas técnicas podem ser difundidas nas comunidades da área e gerar novas oportunidades de melhoria das condições de vida e fomentando o desenvolvimento das cidades existentes ao redor das áreas produtivas.
O paradigma a ser estabelecido para o desenvolvimento da sustentabilidade na agricultura deve ser a não diferenciação da evolução tecnológica e produtiva do desenvolvimento humano. Além disso, o Estado deve ter um papel decisivo na implementação desses paradigmas e desses conceitos. Fomentando o aprendizado das novas técnicas e dando apoio fiscal e financeiro para os projetos que desejarem trilhar esses caminhos.

O Conceito de Sustentabilidade em Empreendimentos da Construção Civil

O termo sustentabilidade aplicado à causa ambiental surgiu como um conceito tangível na década de 1980 por Lester Brown, que foi o fundador do Wordwatch Institute. A definição que acabou se tornando um padrão seguido mundialmente com algumas pequenas variações representa o seguinte: Diz-se que uma comunidade é sustentável quando satisfaz plenamente suas necessidades de forma a preservar as condições para que as gerações futuras também o façam. Da mesma forma, as atividades processadas por agrupamentos humanos não podem interferir prejudicialmente nos ciclos de renovação da natureza e nem destruir esses recursos de forma a privar as gerações futuras de sua assistência.
Portanto, como  podemos aplicar a sustentabilidade ambiental em empreendimentos? O empreendimento mais do que simplesmente favorável à natureza, tem que estar enquadrado no conceito de sustentabilidade, é preciso que ele esteja enquadrado em alguns parâmetros básicos. São eles: Ser ecologicamente correto; ser economicamente viável; ser socialmente justo e ser culturalmente aceito.
Assim empreendimentos que se baseiem nessas premissas e que estejam enquadrados no conceito de sustentabilidade devem ser capazes de impactar positivamente os grupos humanos por ele afetados; imediatamente e no futuro. Através da interligação entre esses empreendimentos e a qualidade de vida das pessoas afetadas por eles, podem ser observadas através do uso racional dos recursos ambientais e com o trato dos resíduos decorrentes da implantação do referido empreendimento sustentável .
Assim, cabe as agências reguladoras governamentais estabelecer e fiscalizar os parâmetros que enquadrem esses empreendimentos dentro do conceito de sustentabilidade. Trabalhando, juntamente com a iniciativa privada, para que o impacto causado por esses empreendimentos e pelos resíduos gerados nas obras de construção civil e no funcionamento posterior do projeto sejam os mínimos possíveis.
É muito importante que as próprias agências e a população em geral sejam capazes de dar preferência aos empreendimentos que sigam as práticas e determinações da aplicação do conceito de sustentabilidade. Assim, criam-se as forças necessárias para reunir condições favoráveis para a criação, o fomento e a consolidação de uma visão empresarial mais consciente e atenta para as questões ligadas ao meio ambiente e ao impacto de seus empreendimentos nele. Antes de tornar-se um impeditivo; o conceito de sustentabilidade tem tudo para tornar-se um aliado poderoso na venda dos empreendimentos e na construção de uma imagem positiva para as empresas que adotarem essa visão. O grande entrave para a criação dessa “visão sustentável” no setor de construção civil é a enorme dificuldade em relação aos custos, ainda elevados, de determinados elementos que permitirão o enquadramento do empreendimento no conceito de sustentabilidade. Essas dificuldades podem criar na mente do empresariado, a errônea idéia de que, se elevar seus custos de construção, os possíveis benefícios advindos do enquadramento do empreendimento no conceito de sustentabilidade não serão suficientes para proporcionar uma recuperação rápida do capital investido ou mesmo, gerar um prejuízo final.
No entanto, essa é uma visão equivocada e errônea que acontece devido principalmente pela pouca cultura sustentável que esse setor apresenta em nações como a nossa. Felizmente, essa cultura vem se modificando e os constantes sucessos dos empreendimentos imobiliários e comerciais baseados no conceito de sustentabilidade contribuem significativamente para a mudança dessa mentalidade e para a ampliação, cada vez mais rápida, de novos investimentos em que se apliquem esses conceitos.

Sustentabilidade Ambiental – O Que É a Sustentabilidade Ambiental

Sustentabilidade Ambiental - O Que É Sustentabilidade Ambiental
A sustentabilidade é um ideal sistemático que se perfaz principalmente pela ação, e pela constante busca entre desenvolvimento econômico e ao mesmo tempo preservação do ecossistema. Podem-se citar medidas que estão no centro da questão da sustentabilidade ambiental: a aquisição de medidas que sejam realistas para os setores das atividades humanas.
Os pontos elementares da sustentabilidade visam à própria sobrevivência no planeta, tanto no presente quanto no futuro. Esses princípios são: utilização de fontes energéticas que sejam renováveis, em detrimento das não renováveis.
Pode-se exemplificar esse conceito com a medida e com o investimento que vem sido adotado no Brasil com relação ao biocombustível, que por mais que não tenha mínina autonomia para substituir o petróleo, ao menos visa reduzir seus usos. O segundo princípio refere-se ao uso moderado de toda e qualquer fonte renovável, nunca extrapolando o que ela pode render. Em um quadro mais geral, pode-se fundamentar a sustentabilidade ambiental como um meio de amenizar (a curto e longo prazo simultaneamente) os danos provocados no passado. A sustentabilidade ambiental também se correlaciona com os outros diversos setores da atividade humana, como o industrial, por exemplo.
A sua aplicação pode ser feita em diversos níveis: a adoção de fonte de energias limpas está entre as preocupações centrais, algumas empresas tem desenvolvidos projetos de sustentabilidade voltando-se para aproveitamento do gás liberado em aterros sanitários, dando energia para populações que habitam proximamente a esses locais. Outro exemplo de sua aplicação está em empresas, como algumas brasileiras de cosméticos, que objetivam a extração cem por cento renováveis de seus produtos. O replantio de áreas degradadas, assim como a elaboração de projetos que visem áreas áridas e com acentuada urgência de tratamento são mais exemplos que já vêm sido tomados.
Pode-se afirmar que as medidas estatais corroboram perceptivelmente com a sustentabilidade ambiental. Sendo necessário não apenas um investimento capital em tecnologias que viabilizem a extração e o desenvolvimento sustentável, mas também conta com atitudes sistemáticas em diversos órgãos sociais e políticos. Como por exemplo, a propaganda, a educação e a lei.
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